Pai amado vos peço, que não nos abandoneis nestes dias tão difíceis, em que o ser humano está cada vem mais se destruído no seu individualismo, que corrói e aprisiona. Individualismo este, que nos cega e nos faça crer que estamos sozinhos dentro da existência, na qual ou esquecemos ou não damos a mínima para o semelhante e irmão que se encontra sofrendo, Ah, Deus, liberta-nos de nós mesmos e tira de nós esta pedra ( coração) que insiste em se fechar para sentir o outro que tanto clama pela minha, pela nossa ajuda. Recebamos o novo coração que o Senhor tem a nos dar (Dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne” Ezequiel 36.25-26). Daí-nos Senhor um coração de carne cheio do Espírito Santo para amarmos mais, perdoarmos os que nos machucam, absorver um pouco mais a dor dos que choram em conseqüência das armadilhas do dia-a-dia, ah Pai amado, liberta-nos, eu vos peço, liberta-nos pois estamos cansados de tanta injustiça e desigualdade social, onde um único homem ganha um Salário muitíssimo alto, que está muito alem do seu suficiente para a sua sobrevivência, enquanto a maior parte da MAIS BELA CRIAÇÃO DE DEUS, O HOMEM, ganha um salário que nem mesmo dar para dar suprir o suficiente para a sobrevivência, LIVRA-NOS DESTE GANÂNCIA DE SEMPRE QUERER TER MAIS, que nos faz pisar e humilhar para conseguir suprir os desejos de posses por bens que passam, pois o Nosso Salvador diz: Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem e onde os ladrões minam e roubam, mas ajuntais tesouros no céu, onde nem a traça, nem a ferrugem e nem os ladrões podem roubar, porque onde estiver o vosso tesouro ali estará o vosso coração. Mt 6:19. Amém!
Este Blog tem somente três objetivos: levar ao Leitor Artigos sobre Filosofia, tentando questionar e refletir sobre os enigmas de todas as coisas, inclusive da vida e do Homem. Como também, colocar o nosso Leitor que está se preparando para fazer Vestibulares e Concursos Públicos, Provas e notícias. Por fim, levar aos praticantes de diversas modalidades esportivas, curiosidades e vantagens da prática esportiva.
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
A Terceira Margem do Rio
Por Guimarães Rosa
Nosso pai era homem cumpridor, ordeiro, positivo; e sido assim desde mocinho e menino, pelo que testemunharam as diversas sensatas pessoas, quando indaguei a informação. Do que eu mesmo me lembro, ele não figurava mais estúrdio nem mais triste do que os outros, conhecidos nossos. Só quieto. Nossa mãe era quem regia, e que ralhava no diário com a gente — minha irmã, meu irmão e eu. Mas se deu que, certo dia, nosso pai mandou fazer para si uma canoa.
Era a sério. Encomendou a canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabuinha da popa, como para caber justo o remador. Mas teve de ser toda fabricada, escolhida forte e arqueada em rijo, própria para dever durar na água por uns vinte ou trinta anos. Nossa mãe jurou muito contra a idéia. Seria que, ele, que nessas artes não vadiava, se ia propor agora para pescarias e caçadas? Nosso pai nada não dizia. Nossa casa, no tempo, ainda era mais próxima do rio, obra de nem quarto de légua: o rio por aí se estendendo grande, fundo, calado que sempre. Largo, de não se poder ver a forma da outra beira. E esquecer não posso, do dia em que a canoa ficou pronta.
Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: — "Cê vai, ocê fique, você nunca volte!" Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: — "Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?" Ele só retornou o olhar em mim, e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo — a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa.
Nosso pai não voltou. Ele não tinha ido a nenhuma parte. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços do rio, de meio a meio, sempre dentro da canoa, para dela não saltar, nunca mais. A estranheza dessa verdade deu para. estarrecer de todo a gente. Aquilo que não havia, acontecia. Os parentes, vizinhos e conhecidos nossos, se reuniram, tomaram juntamente conselho.
Nossa mãe, vergonhosa, se portou com muita cordura; por isso, todos pensaram de nosso pai a razão em que não queriam falar: doideira. Só uns achavam o entanto de poder também ser pagamento de promessa; ou que, nosso pai, quem sabe, por escrúpulo de estar com alguma feia doença, que seja, a lepra, se desertava para outra sina de existir, perto e longe de sua família dele. As vozes das notícias se dando pelas certas pessoas — passadores, moradores das beiras, até do afastado da outra banda — descrevendo que nosso pai nunca se surgia a tomar terra, em ponto nem canto, de dia nem de noite, da forma como cursava no rio, solto solitariamente. Então, pois, nossa mãe e os aparentados nossos, assentaram: que o mantimento que tivesse, ocultado na canoa, se gastava; e, ele, ou desembarcava e viajava s'embora, para jamais, o que ao menos se condizia mais correto, ou se arrependia, por uma vez, para casa.
No que num engano. Eu mesmo cumpria de trazer para ele, cada dia, um tanto de comida furtada: a idéia que senti, logo na primeira noite, quando o pessoal nosso experimentou de acender fogueiras em beirada do rio, enquanto que, no alumiado delas, se rezava e se chamava. Depois, no seguinte, apareci, com rapadura, broa de pão, cacho de bananas. Enxerguei nosso pai, no enfim de uma hora, tão custosa para sobrevir: só assim, ele no ao-longe, sentado no fundo da canoa, suspendida no liso do rio. Me viu, não remou para cá, não fez sinal. Mostrei o de comer, depositei num oco de pedra do barranco, a salvo de bicho mexer e a seco de chuva e orvalho. Isso, que fiz, e refiz, sempre, tempos a fora. Surpresa que mais tarde tive: que nossa mãe sabia desse meu encargo, só se encobrindo de não saber; ela mesma deixava, facilitado, sobra de coisas, para o meu conseguir. Nossa mãe muito não se demonstrava.
Mandou vir o tio nosso, irmão dela, para auxiliar na fazenda e nos negócios. Mandou vir o mestre, para nós, os meninos. Incumbiu ao padre que um dia se revestisse, em praia de margem, para esconjurar e clamar a nosso pai o 'dever de desistir da tristonha teima. De outra, por arranjo dela, para medo, vieram os dois soldados. Tudo o que não valeu de nada. Nosso pai passava ao largo, avistado ou diluso, cruzando na canoa, sem deixar ninguém se chegar à pega ou à fala. Mesmo quando foi, não faz muito, dos homens do jornal, que trouxeram a lancha e tencionavam tirar retrato dele, não venceram: nosso pai se desaparecia para a outra banda, aproava a canoa no brejão, de léguas, que há, por entre juncos e mato, e só ele conhecesse, a palmos, a escuridão, daquele.
A gente teve de se acostumar com aquilo. Às penas, que, com aquilo, a gente mesmo nunca se acostumou, em si, na verdade. Tiro por mim, que, no que queria, e no que não queria, só com nosso pai me achava: assunto que jogava para trás meus pensamentos. O severo que era, de não se entender, de maneira nenhuma, como ele agüentava. De dia e de noite, com sol ou aguaceiros, calor, sereno, e nas friagens terríveis de meio-do-ano, sem arrumo, só com o chapéu velho na cabeça, por todas as semanas, e meses, e os anos — sem fazer conta do se-ir do viver. Não pojava em nenhuma das duas beiras, nem nas ilhas e croas do rio, não pisou mais em chão nem capim. Por certo, ao menos, que, para dormir seu tanto, ele fizesse amarração da canoa, em alguma ponta-de-ilha, no esconso. Mas não armava um foguinho em praia, nem dispunha de sua luz feita, nunca mais riscou um fósforo. O que consumia de comer, era só um quase; mesmo do que a gente depositava, no entre as raízes da gameleira, ou na lapinha de pedra do barranco, ele recolhia pouco, nem o bastável. Não adoecia? E a constante força dos braços, para ter tento na canoa, resistido, mesmo na demasia das enchentes, no subimento, aí quando no lanço da correnteza enorme do rio tudo rola o perigoso, aqueles corpos de bichos mortos e paus-de-árvore descendo — de espanto de esbarro. E nunca falou mais palavra, com pessoa alguma. Nós, também, não falávamos mais nele. Só se pensava. Não, de nosso pai não se podia ter esquecimento; e, se, por um pouco, a gente fazia que esquecia, era só para se despertar de novo, de repente, com a memória, no passo de outros sobressaltos.
Minha irmã se casou; nossa mãe não quis festa. A gente imaginava nele, quando se comia uma comida mais gostosa; assim como, no gasalhado da noite, no desamparo dessas noites de muita chuva, fria, forte, nosso pai só com a mão e uma cabaça para ir esvaziando a canoa da água do temporal. Às vezes, algum conhecido nosso achava que eu ia ficando mais parecido com nosso pai. Mas eu sabia que ele agora virara cabeludo, barbudo, de unhas grandes, mal e magro, ficado preto de sol e dos pêlos, com o aspecto de bicho, conforme quase nu, mesmo dispondo das peças de roupas que a gente de tempos em tempos fornecia.
Nem queria saber de nós; não tinha afeto? Mas, por afeto mesmo, de respeito, sempre que às vezes me louvavam, por causa de algum meu bom procedimento, eu falava: — "Foi pai que um dia me ensinou a fazer assim..."; o que não era o certo, exato; mas, que era mentira por verdade. Sendo que, se ele não se lembrava mais, nem queria saber da gente, por que, então, não subia ou descia o rio, para outras paragens, longe, no não-encontrável? Só ele soubesse. Mas minha irmã teve menino, ela mesma entestou que queria mostrar para ele o neto. Viemos, todos, no barranco, foi num dia bonito, minha irmã de vestido branco, que tinha sido o do casamento, ela erguia nos braços a criancinha, o marido dela segurou, para defender os dois, o guarda-sol. A gente chamou, esperou. Nosso pai não apareceu. Minha irmã chorou, nós todos aí choramos, abraçados.
Minha irmã se mudou, com o marido, para longe daqui. Meu irmão resolveu e se foi, para uma cidade. Os tempos mudavam, no devagar depressa dos tempos. Nossa mãe terminou indo também, de uma vez, residir com minha irmã, ela estava envelhecida. Eu fiquei aqui, de resto. Eu nunca podia querer me casar. Eu permaneci, com as bagagens da vida. Nosso pai carecia de mim, eu sei — na vagação, no rio no ermo — sem dar razão de seu feito. Seja que, quando eu quis mesmo saber, e firme indaguei, me diz-que-disseram: que constava que nosso pai, alguma vez, tivesse revelado a explicação, ao homem que para ele aprontara a canoa. Mas, agora, esse homem já tinha morrido, ninguém soubesse, fizesse recordação, de nada mais. Só as falsas conversas, sem senso, como por ocasião, no começo, na vinda das primeiras cheias do rio, com chuvas que não estiavam, todos temeram o fim-do-mundo, diziam: que nosso pai fosse o avisado que nem Noé, que, por tanto, a canoa ele tinha antecipado; pois agora me entrelembro. Meu pai, eu não podia malsinar. E apontavam já em mim uns primeiros cabelos brancos.
Sou homem de tristes palavras. De que era que eu tinha tanta, tanta culpa? Se o meu pai, sempre fazendo ausência: e o rio-rio-rio, o rio — pondo perpétuo. Eu sofria já o começo de velhice — esta vida era só o demoramento. Eu mesmo tinha achaques, ânsias, cá de baixo, cansaços, perrenguice de reumatismo. E ele? Por quê? Devia de padecer demais. De tão idoso, não ia, mais dia menos dia, fraquejar do vigor, deixar que a canoa emborcasse, ou que bubuiasse sem pulso, na levada do rio, para se despenhar horas abaixo, em tororoma e no tombo da cachoeira, brava, com o fervimento e morte. Apertava o coração. Ele estava lá, sem a minha tranqüilidade. Sou o culpado do que nem sei, de dor em aberto, no meu foro. Soubesse — se as coisas fossem outras. E fui tomando idéia.
Sem fazer véspera. Sou doido? Não. Na nossa casa, a palavra doido não se falava, nunca mais se falou, os anos todos, não se condenava ninguém de doido. Ninguém é doido. Ou, então, todos. Só fiz, que fui lá. Com um lenço, para o aceno ser mais. Eu estava muito no meu sentido. Esperei. Ao por fim, ele apareceu, aí e lá, o vulto. Estava ali, sentado à popa. Estava ali, de grito. Chamei, umas quantas vezes. E falei, o que me urgia, jurado e declarado, tive que reforçar a voz: — "Pai, o senhor está velho, já fez o seu tanto... Agora, o senhor vem, não carece mais... O senhor vem, e eu, agora mesmo, quando que seja, a ambas vontades, eu tomo o seu lugar, do senhor, na canoa!..." E, assim dizendo, meu coração bateu no compasso do mais certo.
Ele me escutou. Ficou em pé. Manejou remo n'água, proava para cá, concordado. E eu tremi, profundo, de repente: porque, antes, ele tinha levantado o braço e feito um saudar de gesto — o primeiro, depois de tamanhos anos decorridos! E eu não podia... Por pavor, arrepiados os cabelos, corri, fugi, me tirei de lá, num procedimento desatinado. Porquanto que ele me pareceu vir: da parte de além. E estou pedindo, pedindo, pedindo um perdão.
Sofri o grave frio dos medos, adoeci. Sei que ninguém soube mais dele. Sou homem, depois desse falimento? Sou o que não foi, o que vai ficar calado. Sei que agora é tarde, e temo abreviar com a vida, nos rasos do mundo. Mas, então, ao menos, que, no artigo da morte, peguem em mim, e me depositem também numa canoinha de nada, nessa água que não pára, de longas beiras: e, eu, rio abaixo, rio a fora, rio a dentro — o rio.
Texto extraído do livro "Primeiras Estórias", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1988, pág. 32, cuja compra e leitura recomendamos.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Sexta-Feira Santa: Silêncio!
Silêncio!
Jesus morreu!
Calem-se todas as vozes,
Calem-se todos os gritos!
A Palavra das palavras, que é Jesus falou.
Diante da Palavra feita vida,
Diante da Vida feita entrega e doação
Também eu me calo.
Apenas contemplo.
Busco a luz de Deus, pela Escritura,
Para olhar o sucedido.
O Filho de Deus feito homem,
Pregado no madeiro,
Por amor até ao fim.
Calo-me para que fale a contemplação.
Calo-me para que fale o silêncio,
Feito oração, feito súplica.
Calo-me porque faltam as palavras.
Calo-me olhando para a Cruz:
"Eis o homem!"
Eis o nosso Rei.
Ei-lo no algo da Cruz,
Abraçando de uma vez toda a humanidade.
A Tua imagem, Senhor Jesus, morto na Cruz
Por amor a mim
Abarca-me e abraça-me por inteiro.
Agora espero e confio!
Sei que triunfarás
Porque o amor é forte,
Mais forte que a própria morte.
"Tudo está consumado!"
A salvação está operada na Cruz.
Dela, somos todos recebedores.
No escândalo e na loucura da Cruz
Se espelha, por inteiro, a glória de Deus
Sem poder, só podendo amar.
Terminaste a obra, Jesus.
Na manhã do terceiro dia, o Pai fará o resto
E cumprirá a promessa.
Senhor Jesus, já expiraste!
Nós suspiramos pela ressurreição.
Seja como Deus quer!
Jesus morreu!
Calem-se todas as vozes,
Calem-se todos os gritos!
A Palavra das palavras, que é Jesus falou.
Diante da Palavra feita vida,
Diante da Vida feita entrega e doação
Também eu me calo.
Apenas contemplo.
Busco a luz de Deus, pela Escritura,
Para olhar o sucedido.
O Filho de Deus feito homem,
Pregado no madeiro,
Por amor até ao fim.
Calo-me para que fale a contemplação.
Calo-me para que fale o silêncio,
Feito oração, feito súplica.
Calo-me porque faltam as palavras.
Calo-me olhando para a Cruz:
"Eis o homem!"
Eis o nosso Rei.
Ei-lo no algo da Cruz,
Abraçando de uma vez toda a humanidade.
A Tua imagem, Senhor Jesus, morto na Cruz
Por amor a mim
Abarca-me e abraça-me por inteiro.
Agora espero e confio!
Sei que triunfarás
Porque o amor é forte,
Mais forte que a própria morte.
"Tudo está consumado!"
A salvação está operada na Cruz.
Dela, somos todos recebedores.
No escândalo e na loucura da Cruz
Se espelha, por inteiro, a glória de Deus
Sem poder, só podendo amar.
Terminaste a obra, Jesus.
Na manhã do terceiro dia, o Pai fará o resto
E cumprirá a promessa.
Senhor Jesus, já expiraste!
Nós suspiramos pela ressurreição.
Seja como Deus quer!
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Ouve Senhor os Gemidos que não conseguimos ouvir!
Sede senhor o teu reino, ouve o clamor dos que são escravos, liberta-nos oh Reis dos reis, Rei de amor, Rei de paz. Ouve Senhor nesta noite as crianças que choram. Ouve oh Deus o clamor dos famintos, dos injustiçados, dos marginalizados, dos desprezados, dos esquecidos, dos rejeitados. Ouve Senhor o choro que ninguém ver, os soluços, os gemidos dos solitários, contempla Senhor os sem esperança, mesmos os abastados deste mundo moribundos, os que vivem cheio de riquezas, ainda sim, sofrem sem te ver, pois não conseguem enxergar-te, por se encontrarem ofuscados pelo brilho de suas jóias. Ouve Senhor o mais profundo do nosso clamor, por ti, todos clamam, todos nós precisamos de ti, pois estamos manchando a nossa terra com sangue inocente. Ouve o nosso clamor que sobe aos altos Céus, despeça os teus exércitos, peleja por nós senhor, pois o nosso inimigo é mortal.
Perdão Senhor pela prostituição, perdão senhor pela a moral que caiu, perdão pela corrupção, perdão Senhor pela a arma de fogo em nossa mão contra o nosso irmão, perdão Senhor pela ganância, perdão a arrogância das riquezas, perdão Senhor pela a mentira em nossas bocas, perdão Senhor pela o adultério, perdão por não partilharmos o que temos com os mais necessitados...
Tu Senhor, que és o grande estrategista, nos trouxeste a esta cidade e entregaste-nos esta cidade às nossas mãos para que consagrássemos a ti este lugar para que os decretos do inferno não tenham força sobre os munícipes. Pois estamos aqui para decretarmos o que vemos no seu coração Senhor, onde nesta cidade haverá grandes festas de um povo livre, que não viverá amedrontado pela violência, pelas drogas, pela corrupção, para que neste lugar possa correr um rio de águas vivas, águas da paz, águas do amor, água da libertação do povo escravo e desta maneira Senhor Tu nos proporcionaras uma água viva que nunca mais esta cidade passará a ter cede, pois sabemos que Tu és nosso Rei e Senhor. Amem!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Mãe de Deus, requenta a frieza do meu coração pecador!
Senhor, daí-me a força para não desistir, como Elias estava desanimado, com medo. Maria Santíssima, fale aos meus ouvidos com a linguagem materna, me pega no colo, visita-me como tu visitastes Izabel. Mãe estou fraco, encontro-me às vezes sentado no caminho, preso no passado, reclamando, lamuriando, mãe em muitos momentos perdi a minha Fe, até por que também não a alimentei, fui deixando de acreditar nas Verdades, na Palavra, não lia mais os Salmos. Mãe, a Senhora foi para casa de Izabel ajudá-la nos afazeres domésticos, hoje estou precisando de uma faxina, que só a mãe sabe fazer, estou precisando de uma roupa nova, estou precisando revesti-me do seu Filho, vista-me de Jesus, mãe estou precisando de uma limpeza, coloque-me no teu colo e faça-me uma limpeza geral em meu Ser, pois eu sei que estou sujo, mas também sei que a Senhora pegou o Senhor ensangüentado por minha causa, pega-me também no seu colo, visita-me hoje mãe de Deus, venha-me mãe esquadrinhar os espaços manchados pelos meus numerosos pecados. Alem de me lavar, de me vestir, alimenta-me com a comida que só a mãe sabe fazer, der sabor à minha alma, mãe eu preciso da capacidade que só a Senhora tem de transformar restos de comida de ontem em pratos maravilhosos de hoje, eu preciso comer o requentado que só a Senhora sabe fazer, Mãe de Deus, requenta hoje a frieza do meu coração, Mãe interceda para que eu seja repleto do Espírito Santo, inundado do Espírito Santo, Renovado, Pleno no Espírito Santo. Amém!
segunda-feira, 19 de março de 2012
O Amor está alem de qualquer pecado
Acredito que o Homem por mais pecador que seja, há nele um enorme desejo de voltar ao Caminho de Deus e de não ofender ao seu Criador, pois somos IMAGEM SEMELHANÇA DE DEUS e nao há pecado que possa apagar, tirar de nós( pecadores), esta indentidade , que nos foi dada no ato da criação. O pecado nao estar alem do amor de Deus, o pecado se limita na condição humana, mas mesmo assim, nós humanos, somos fortalecidos, enviados para limparmos as manchas que o ato da desobediência vem causando nos corações daqueles, de nós, que estar a todo instante a procura de acertar, sem magoar e se distanciar do que realmente o homem è: ( A MAIS BELA CRIAÇÃO DO CRIADOR INCOMPARÁVEL, DEUS PAI). Pois fomos criados, modelados pelo amor de Deus, que quis que existíssimos. Portanto queridos(as), Deus ama o PECADOR de forma DESCONHECIDA por nós meros mortais e odeia o PECADO de forma CONHECIDA por nós FILHOS PRECIOSOS DO PAI. Seja qual for o seu, o meu, o nosso pecado.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Eu Aprendi...
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
Assinar:
Postagens (Atom)





