sábado, 28 de maio de 2011

A Origem do Taekwmondo


Hoje um dos desportos mais populares do mundo, o Taekwondo (com essa denominação) é relativamente recente, apesar de ser uma herança de milénios de história e tradições coreanas.
Os primórdios remontam ao século I A.C., quando a região que é hoje a Coreia se encontrava dividida em três reinos: Shilla, Koguryo e Paekje. Já desde esses tempos ancestrais que os povos desenvolviam técnicas de combate corpo-a-corpo, utilizando-as não só para as guerras que se iam sucedendo, mas também para competições e torneios. Pensa-se que terá sido no reino de Koguryo que surgiu o Taekkyon, a forma mais antiga de Taekwondo que é conhecida, mas foram os guerreiros de Shilla que acabaram por desenvolver e divulgar a arte.
Com a Dinastia Koryo, e consequente unificação da península, o Taekkyon foi utilizado ainda mais como instrumento de luta, com aplicação directa ao exército. Se até então a vertente recreativa desta arte marcial ainda assumia uma forte componente na sua essência, passou a ser desenvolvida e estudada como arma militar, capaz de decidir combates e guerras. Nos primórdios desta dinastia, a perícia em Taekkyon era mesmo o único requisito necessário para admissão e subida hierárquica no exército coreano. Ao mesmo tempo, desenvolveu-se também o combate competitivo entre os próprios guerreiros, o que pode ser considerado como o nascimento da vertente desportiva da arte marcial nacional.
A ocupação japonesa em 1910 quase desferia o golpe final nesta tradição milenar. A proibição de costumes populares (incluindo a interdição explícita de Taekkyon) foi uma das estratégias de opressão do povo coreano, e por pouco não teria mesmo sucesso! Contudo, esta estratégia acabaria por se tornar uma faca de dois gumes: parte da população abandonou a sua terra, procurando refúgio na vizinha China, e outros partiram para o Japão. O contacto com estas duas culturas permitiu o contacto com as respectivas artes marciais, com vários coreanos a aprenderem Kung-Fu e Karatê.
CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS DO TAEKWONDO
 
Cortesia:
Antigamente, as regras do Taekwondo eram muito mais rígidas do que hoje, assim pôr exemplo: seria considerada grande falta de respeito pisar na sombra de seu mestre. Muitos e velhos costumes se mantém até hoje. Mas o essencial é o aluno entender cortesia como a combinação da modéstia, delicadeza e humanismo que devem estar presentes em todos lutadores de Taekwondo.
Integridade:
Este princípio refere-se ao sentido de justiça e responsabilidade que cada lutador deve ter para consigo próprio e com os outros. É importante que cada um conheça a si mesmo e suas limitações.
Perseverança:
Este é o princípio da força de vontade e espírito de sacrifício indispensável à prática de todas as artes marciais.
Autocontrole:
A falta de controle é o primeiro passo para derrota. Seja qual for a situação, mantenha a calma e nunca deixe levar pela raiva.
Espírito Indomável:
O praticante de Taekwondo deve se mostrar corajoso em todas as circunstâncias, sem hesitações.

O que é Amnésia?


Quando o indivíduo sofre pressões Constrangimentos muito fortes, há o perigo de haver algum comprometimento das funções físicas e, ao invés de reagir a estas pressões, correndo este risco, alguma função comportamental pode se tornar inativa, como por exemplo, pode ocorrer a perda de memória. Este tipo de perda, em geral, tem as mesmas origens no stress ambiental que a perda histérica de uma função corporal. Ao invés de se esquivar da coerção, tornando-se fisicamente incapaz, no caso da amnésia, podemos nos tornar mentalmente incapazes.
Todo mundo tende a fazer uma seleção daquilo que vai esquecer, segundo acreditam determinadas teorias psicológicas. Há uma forte tendência em esquecermos as experiências desagradáveis ou lembrar delas de maneira incorreta. Algumas vezes a pessoa passa por experiências muito difíceis, humilhantes, perdas tão visíveis para todo o mundo, que esquecer de maneira seletiva não seria suficiente, e neste caso, pode haver uma perda de memória, tornando o indivíduo incapaz de lembrar nome, endereço, família, amigos, história educacional, profissional  ou trabalho atual. Esta perda de identidade pode ser diagnosticada por médicos como amnésia e permite que o indivíduo afaste, de uma forma efetiva, coisas específicas de seu passado que são insuportáveis para ele. Uma pessoa que sofre de amnésia, pode conversar, ler, escrever, tem capacidade de raciocínio, reconhece as cores, formas, sabe para que serve cada objeto, geralmente mantém sua linguagem normal, assim como continua andando, vestindo-se, comendo, com maneiras e costumes usuais. Mantém a capacidade de dirigir carros, andar de bicicleta e outras habilidades que tinha anteriormente.
A amnésia não representa necessariamente um fingimento, mas, pode ser difícil descobrir se isto está acontecendo ou não, já que as causas da amnésia histérica e da amnésia falsa podem ser as mesmas. Quem trata da amnésia deve avaliar também se a perda de memória não está relacionada a uma pancada recente na cabeça ou a algum tipo de doença no sistema nervoso. A amnésia pode ter curta duração ou pode se estender pelo resto da vida fazendo, inclusive, com que a pessoa assuma uma nova identidade. Há diversos tipos de amnésia e cada uma delas pode ocasionar o esquecimento de períodos diferentes da vida ou de situações específicas. A pessoa pode ir mudando de “personalidade”, os comportamentos, o jeito de ser, a cada vivência de situações aversivas e isto se chama “personalidade múltipla”.
Fonte: Alicia Susana Floreani

INSCRIÇÕES PARA PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação (POSEDUC), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), publicou o Edital do processo de seleção e inscrição de candidatos para o Mestrado em Educação.
Estão sendo oferecidas 15 vagas, sendo 10 vagas destinadas a demanda externa e 05 vagas internas, reservadas para os professores efetivos dos cursos de Pedagogia/UERN, localizados nas cidades de Mossoró, Pau dos Ferros, Assu e Patu, distribuídas entre duas linhas de pesquisa: Formação Humana e Desenvolvimento Profissional Docente e Políticas e Gestão da Educação.
As inscrições foram abertas no dia 18/04/2011 e podem ser feitas pelo interessado, pessoalmente ou por procuração até o dia 15/06/2011, no horário de 7h às 11h e 14h às 17h, na Secretaria do Mestrado em Educação, localizada no Bloco da Faculdade de Educação, no Campus Universitário, BR 110, Km 46, Bairro Costa e Silva, CEP: 59600-970, Mossoró-RN.
Fonte: www.uern.br

Sociedade Justa? Um olhar Filosófico

O que poderíamos entender por uma sociedade justa? Poderíamos dizer que uma sociedade justa é aquela que vela pelos seus filhos mais necessitados, contribuindo com os recursos necessários e oferecendo-lhes as condições para que tenham uma vida digna e plena, pois, desde os tempos mais remotos o povo sofria com o terror da fome, da miséria, dos abusos de poder, dos preconceitos raciais e sociais, das guerras, das revoluções que, na sua maioria, só beneficiava os donos do poder etc. Com a conquista dos Direitos Humanos, após a Revolução Francesa em 1789, vemos que a perversidade governamental cedeu lugar à Liberdade, Fraternidade e Igualdade.
Infelizmente, vemos também que o nosso país, apesar de ser considerado um país subdesenvolvido, literalmente, é um país em pleno desenvolvimento, e, mesmo tentando evoluir-se num desenvolvimento sustentável, não está conseguindo um desenvolvimento de ordem progressiva, e sim, um desenvolvimento em prol da miséria, da injustiça social, do analfabetismo, do crime, da violência, da corrupção e das doenças que, diariamente, matam crianças, jovens e idosos. Será que podemos crer num futuro promissor? É certo que o progresso existe e está ao nosso lado e, para a maioria das pessoas ele ficará eternamente ao lado, isto é, do lado de fora de suas vidas, pois, com certeza, a maioria dessas pessoas não terá acesso a este artigo e, muito menos, à Internet, pois seus recursos para adentrar à grande rede são ínfimos.
No entanto, ainda hoje, permanecem várias condições equivalentes àquelas que alguns filósofos da Revolução tentaram reverter, e, para cujo desiderato alguns deles deram o sangue e a vida, sonhando com o dia em que todos os seres humanos pudessem usufruir, no mínimo, de alimentos, moradia, educação, trabalho, saúde, diversão etc., mas, que ainda hoje, lhes são negados.
Estamos vivenciando uma época de discussão e grandes avanços tecnológicos, onde se houve falar sobre clonagem, genoma humano, alimentos transgênicos e ciberespaço. Mas como é que nosso país, um lugar cheio de riquezas, consegue ser um palco de tantos atrasos? Mesmo diante de tantas propostas governamentais, presenciamos uma grande estrutura nas retas paralelas, obliquas e perpendiculares de nossa existência, que são aqueles indivíduos que fazem suas próprias leis. É a chamada lei do mais forte ou a lei do morro, onde traficantes atuam deliberadamente com a cobertura de mascarados que se escondem atrás do poder.
Hoje, para que você possa ser reconhecido, é necessário possuir vários itens de consumo que, na realidade, não passam de parâmetros importados de países mais ricos que não possuem nosso índice de miséria e injustiça social. Basta acionarmos o controle remoto de nosso televisor e pronto! As novelas e as propagandas nos mostram os belos carrões importados, aparelhos de som e imagem de última geração, clínicas e academias para que se possa ter um corpo "sarado" e, muitas vezes "bombado", e muitas outras coisas pelas quais iremos ser julgados bem ou mal, isto é, seremos recebidos dentro desta sociedade fragmentada simplesmente por termos ou fazermos aquilo que nos é apresentado através da mídia. Com todo esse aparato de ilusões, vemos que nosso povo, a cada dia, torna-se mais sofrido, mais triste e desiludido da vida. E é por esse mesmo motivo, que presenciamos nossos jovens, que seriam o futuro da nossa Nação, roubando, matando e estuprando, com o simples intuito de fazerem parte dessa massa falida que é o nosso país. Será que conseguiremos reverter essa situação? A indagação mais precisa para esta é problemática é:  COMO CONSEGUIREMOS REVERTER ESTA SITUAÇÃO DE DESIGUALDADE SOCIAL NO NOSSO PAÍS, ESTADO, CIDADE E PRINCIPALMENTE DENTRO DE NÓS MESMOS?
Diante do exposto acima, e acreditando num mundo melhor, penso que este seria o momento mais certo e mais oportuno, para podermos repensar o grande filósofo Tomas More, que ao criar sua ilha Utopia, sonhava com uma sociedade ideal, onde haveria justiça e igualdade para todos os cidadãos. Será que, tal qual o grande filósofo, viveremos em eterno estado utópico?
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Fonte: Rosana Madjarof

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O Fogo, Origem de todas coisas - Heráclito de Éfeso

Heráclito – (+ ou – 540-470 a. C) nasceu em Éfeso, cidade da Jônia, descendente do fundador da  cidade. É considerado o mais importante dos pré-socráticos. É dele a frase de que tudo flui. Não entramos no mesmo rio duas vezes e o sol é novo a cada dia. É o filósofo do devir, a lei do universo, tudo nasce se transforma e se dissolve, e todo o juízo seria falso, ultrapassado. Desprezava a plebe, não participou da política e desprezou a religião, os antigos poetas e os filósofos de seu tempo. É o primeiro pré-socrático com um número razoável de pensamentos, que são um tanto confusos, e por isso tem o nome de Heráclito, o obscuro. São aforismos. Foi muito crítico.  Chama a atenção, além da pluralidade, para os opostos. Tanto o bem como o mal são necessários  ao todo. Deus se manifesta na natureza, abrange o todo e é crivado de opostos. O logos é o  princípio cósmico, elemento primordial, e a razão do real, a inteligência. A verdade se encontra no devir, não no ser. Com sentidos poderosos, poderíamos vê-lo. O pensamento humano participa e é parte do pensamento universal. O fogo é eterno, um dia tudo se tornará fogo. O sol seria da largura de um pé humano. A felicidade não está nos prazeres do corpo. A morte é tudo que vemos despertos, e tudo o que vemos dormindo é sono. Existe a harmonia visível e a invisível. A alma não tem limites, pois seu logos é profundo e aumenta gradativamente. O pensar é comum a todos. A terra cria tudo, e tudo volta para ela.

A criação e chegada do Judô ao Brasil: Prof. Jigoro Kano

Jigoro Kano, que era pequeno e fraco por natureza, começou a praticar o ju-jitsu aos 18 anos pelo propósito de não ser dominado por sua fraqueza física. Ele aprendeu atemi-waza (técnicas de percussão), e katame-waza (técnicas de domínio) do estilo ju-jitsu Tenjin-shin-yo Ryu e nague-waza (técnicas de arremesso) do estilo de ju-jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos mas também pelo cultivo do caráter.Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional ju-jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan,com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos.
Com o estabelecimento do dojô Kodokan, em 1882, e com 9 alunos, Jigoro Kano começou seus ensinamentos do judô. O texto do estudioso japonês Yoshizo Matsumoto mostra os conceitos iniciais deste esporte e os seus objetivos. 
A chegada do Judô no Brasil - Conde Koma
Em 1904, Koma ao lado de Sanshiro Satake, saiu do Japão. Seguiram então para os Estados Unidos, México, Cuba, Honduras, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru (onde conheceram Laku, mestre em ju-jitsu que dava aulas para a polícia peruana), Chile, onde mantiveram contato com outro lutador, (Okura), Argentina (foram apresentados a Shimitsu) e Uruguai. Ao lado da troupe que a eles se juntou nos países sul-americanos, Koma exibiu-se pela primeira vez no Brasil em Porto Alegre. Seguiram depois para o Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, São Luís, Belém (em outubro de 1915) e finalmente Manaus, no dia 18 de dezembro do mesmo ano. A passagem pelas cidades brasileiras foi marcada apenas por rápidas apresentações. Por sua elegância e semblante sempre triste, Mitsuyo Maeda ganhou o apelido de Conde Koma durante o período que ficou no México.A primeira apresentação do grupo japonês em Manaus, intermediado pelo empresário Otávio Pires Júnior, em 20 de dezembro de 1915, aconteceu no teatro Politeama. Foram apresentadas técnicas de torções, defesas de agarrões, chaves de articulação, demonstração com armas japonesas e desafio ao público. Com o sucesso dos espetáculos, os desafios contra os membros da equipe multiplicaram.
Entre os desafiantes, boxeadores como Adolfo Corbiniano, de Barbados, e lutadores de luta livre romana como o árabe Nagib Asef e Severino Sales. Na época Manaus vivia o "boom" da borracha e com isso as lutas eram recheadas de apostas milionárias, feitas pelos barões dos seringais. De 4 a 8 de janeiro de 1916, foi realizado o primeiro Campeonato de Ju-jitsu amazonense.
O campeão geral foi Satake. Conde Koma não lutou desta vez, ficando apenas com a organização do evento. No dia seguinte (09/01/1916), o Conde, ao lado de Okura e Shimitsu, embarcou para Liverpool, na Inglaterra, onde permaneceram até 1917. Enquanto a dupla permaneceu no Reino Unido, Satake e Laku seguiram lecionando ju-jitsu japonês aos amazonenses no Atlético Rio Negro. E os mestres orientais continuaram vencendo combates a que eram desafiados. Até que em novembro de 1916, o lutador italiano Alfredi Leconti, empresariado por Gastão Gracie, então sócio no American Circus com os Irmãos Queirollo, chegou a Manaus para mais um desafio. Satake que estava adoentado cedeu seu lugar para Laku, sendo este derrotado por Leconti. Sataki, em recuperação, seria o próximo adversário do italiano, mas devido a brigas geradas por ocasião do combate entre Laku e o desafiante, o delegado Bráulio Pinto resolve proibir outras lutas na capital amazonense.
Fonte: www.judobrasil.com.br

Seis dicas para fazer uma boa redação em vestibular:

Saiba o que deve ser feito para aprimorar seu texto e garantir uma boa nota na prova de redação.
O começo do ano letivo do cursinho é de ansiedade e esperança para passar no vestibular, mas é preciso estudar bastante logo no início visto a quantidade de conteúdo que é abordado nas salas de aula. Enquanto a prova não chega, é preciso se dedicar tanto nas matérias cobradas nas provas quanto nos textos pedidos na parte de redação. Confira a seguir 6 dicas de como se preparar para fazer um bom texto:
1) Pratique
Para conseguir fazer uma boa redação o treino é fundamental, pois é nele que você poderá usar todas as teorias aplicadas e aprender com os erros.
2) Leia muito
Estar bem informado é fundamental para um vestibulando e não apenas para a prova de redação. Ler jornais, revistas e livros ajudam o estudante a ganhar mais repertório e vocabulário para acrescentar em seus futuros textos.
3) Correção
Para treinar não basta apenas redigir um texto, é preciso pedir a um professor ou colega que leia e faça as observações necessárias, tanto de correções gramaticais quanto textuais. Lembre-se que essas dicas de outras pessoas podem aprimorar sua escrita.
4) Simulados
Participar de simulados na sua escola e cursinho é interessante, mas não deixe de buscar outras instituições que abrem seus testes para a participação de estudantes de fora. Com isso é possível ter feedback de professores diferentes do que você está acostumado.
5) Escreva à mão
Na hora de escrever uma redação deixe o computador de lado. Além de treinar sua caligrafia, escrever a mão não te deixará dependente dos corretores automáticos dos computadores e te tornará mais crítico e capaz de identificar seus próprios erros.
6) Redação em outras matérias
O trabalho de escrita não é encontrado apenas no exame de redação, mas também em questões discursivas de outras matérias, como português, história, geografia e etc. Portanto treine argumentação e concisão nessas perguntas.
Fonte: Universia Brasil